Do MASP à Japan House: uma avenida de culturas

Não há jeito melhor de expandir os conhecimentos do que entrando em contato direto com a cultura. Para isso, mergulhando nos centros culturais da Avenida Paulista, alunos do 6.o ano do Ensino Fundamental foram ao MASP e os do 7.o ano fizeram uma visita à Japan House.

masp1

A professora de STEAM, Paula Ariane e Catarine Nunes, do Departamento Cultural, acompanharam as visitas. No MASP, o 6.o ano se aventurou pelo acervo do museu em jogo criado pela professora Paula.

masp2

Nele, eram dadas apenas dicas sobre a obra na qual os alunos deveriam se encontrar em um certo período de tempo. Também houve uma conversa com o curador do museu. “Foi uma oportunidade única conversar com ele principalmente porque o tema do próximo bimestre será museus”, disse Paula. Além do acervo, os alunos também conheceram a exposição do artista francês Toulouse -Lautrec.

masp3

Já para os alunos do 7.o ano do Ensino Fundamental, a visita à Japan House foi um aprendizado além da sala de aula já que estes estão aprendendo sobre as matrizes culturais do Brasil, das quais a japonesa faz parte. Os alunos conferiram a exposição “Eterno Efêmero”, do arquiteto Kengo Kuma, onde conheceram, principalmente, uma instalação inspirada na tradicional cerimônia do chá e também peças de madeira nas quais era possível criar sua própria obra. “Eles puderam ver o quanto o que era usado no passado pode ser ressignificado para a atualidade”, comentou Paula.

masp5

Além disso, os alunos visitaram a exposição “Subtle – sutilezas em papel” que destaca o minimalismo japonês evidenciando a diversidade do papel. Recheando o passeio, ainda foi possível conhecer mais da culinária do Japão a partir de uma mostra sobre a história do macarrão instantâneo da empresa Nissin. Nela, houve a oportunidade de provar a receita original do prato. “Achei divertido! Gostei principalmente da parte do minimalismo e dos detalhes, pude aprender mais sobre a cultura do Japão”, disse a aluna do 7.o ano, Ana Kagan.

masp4

“Estar no mesmo lugar da obra tem certa magia. Traz possibilidade, repertório, conhecimento e referências para os alunos”, concluiu a professora Paula.